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Boas Práticas de aplicação

As coberturas realizadas com telhas cerâmicas SOTELHA integram-se discretamente em qualquer paisagem. Encaixam na arquitectura contemporânea, cujas exigências são cumpridas pela pureza das suas linhas: Uma elegância à prova do tempo.

O correcto comportamento e conservação das coberturas com telhas cerâmicas, estão directamente relacionadas com as técnicas de aplicação dos materiais em obra. Para uma informação completa sobre a aplicação de telhas cerâmicas e acessórios numa cobertura, deverão ser consultadas e seguidas, as boas práticas descritas no Manual de Aplicação de Telhas Cerâmicas, elaborado pela APICER, CTCV e Instituto da Construção.

RIPADO

Os materiais constituintes do ripado (2 a 4 cm de altura) devem assegurar um posicionamento e apoio correcto das telhas. A distância do ripado deve ser conferida em obra após a Inspecção de recepção, correspondendo à média aritmética entre a distância verificada na posição aberta e na posição fechada.

Quando o ripado é construído sobre uma superfície sólida (betão armado, placa isolante,…) este deve ser interrompido com cortes transversais para permitir a ventilação das telhas.


assentamento

Como regra elementar para obtenção de um correcto alinhamento das fiadas de telhas, deve prever-se o início da colocação das mesmas paralelamente ao beiral, começando pelo canto inferior direito da vertente. 

CONSTRUÇÃO DE CUMEIRA

Na construção da cumeeira os cumes devem ser montados na direcção contrária à dos ventos dominantes. A argamassa a utilizar na fixação do material cerâmico deve ser a mínima indispensável, uma argamassa bastarda com 150 Kg de cimento e 175 a 225 Kg de cal por m3 de areia seca.

É indispensável o uso dos agueiros na construção da cumeeira de forma a evitar a utilização de argamassa em excesso, que anule a ventilação da cobertura, resultando em problemas insolúveis de descasque ou fissura dos materiais cerâmicos com as consequentes infiltrações de água.

 


VENTILAÇÃO

A face inferior das telhas deve estar convenientemente ventilada para se assegurar uma boa conservação da cobertura com o passar dos anos. A ventilação deve assegurar a entrada de ar pela parte baixa da vertente e a saída pela parte alta da cobertura.

Devem ser aplicadas como mínimo de 3 telhas de ventilação por cada 10m2 de cobertura. Para vertentes Inferiores a 10m2, devem colocar-se 2 telhas de ventilação na parte baixa da vertente e 1 telha de ventilação na parte alta da vertente.

 

manutenção

A manutenção das coberturas com telhas cerâmicas é fundamental para a sua eficácia como elemento de protecção. Assim devem ser observados cuidados mínimos que garantam a durabilidade dos materiais cerâmicos expostos directamente às condições climatéricas do meio. - Limpeza e lavagem periódica de todos os resíduos que Impossibilitem o bom funcionamento do telhado (musgos); - Manter em bom funcionamento todo os sistemas de evacuação das águas pluviais; - Verificar periodicamente a existência de peças deslocadas ou partidas na cobertura.

ZONA I

Interior Sul do Continente, estendendo-se pelo Alentejo e parte do Algarve.

ZONA II

Norte a Sul do Continente com altitude inferior a 600m, incluindo a Costa Algarvia de Lagos até Vila Real de Sto. António excepto zona I e faixa costeira de 20Km e terras quentes de Trás-os-Montes.

ZONA III

Interior Norte do Continente com altitudes superiores a 600 m, faixa costeira numa extensão de 20 Km, incluindo costa Algarvia até Lagos.

SITUAÇÃO PROTEGIDA

Área totalmente rodeada por elevações de terreno, abrigada face a todas as direcções de incidência dos ventos.

SITUAÇÃO NORMAL

Área praticamente plana, podendo apresentar ligeiras ondulações do terreno.

SITUAÇÃO EXPOSTA

Área do Litoral até uma distância de 5 Km do mar, no cimo de falésias, em Ilhas ou Penínsulas estreitas, estuários ou baías muito cavadas. Vales estreitos (que canalizam ventos), montanhas altas e isoladas e algumas zonas de planaltos.